Candidato do PT à Presidência defendeu que sua campanha e a do rival, Jair Bolsonaro (PSL), façam parceira contra veiculação de conteúdo falso. Ele participou de reunião com aliados em São Paulo. Fernando Haddad (PT) tem atividades de campanha em São Paulo

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (9) que eleitores não podem ser "covardemente atacados" ao expressarem uma opinião.

Haddad participou, em São Paulo, de uma reunião da executiva do PT com governadores que apoiam a coligação. Em um intervalo do encontro, ele falou com a imprensa.

Haddad citou o caso de um mestre de capoeira de 63 anos que foi morto com uma facada em Salvador no domingo (7), após a votação do primeiro turno. Segundo apontou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Moa do Catendê foi atacado após dizer ao suspeito do crime que era contra o candidato Jair Bolsonaro.

"Não há problema em uma pessoa pensar de um jeito e a outra de outro. O problema é em função da sua opinião, da sua liberdade de expressão, ser covardemente atacado. Nós, que estamos na vida pública, sentimos que a democracia esteja ameaçada com esse tipo de atitude covarde de determinados setores da sociedade. Ontem mesmo recebemos a informação de um mestre da Bahia que foi morto com 12 facadas em função da sua opinião sobre as eleições", afirmou Haddad.

Fernando Haddad participou de reunião da executiva do PT em hotel em São Paulo

Marina Pinhoni/G1

Ele criticou a veiculação de conteúdos falsos na disputa eleitoral e disse que a sua campanha e a do rival no segundo turno, Bolsonaro, poderiam se ajudar para que o público recebesse apenas informações reais.

"As duas campanhas podiam de ajudar e contribuir para que os eleitores recebessem informações reais, fiéis, verdadeiras sobre o que cada um pensa e melhorar a qualidade da democracia com a qual tenho um compromisso de vida", completou.

Alianças para o segundo turno

Haddad também disse que está buscando alianças com partidos do campo "progressista e democrático" para o segundo turno.

Ele afirmou que há conversas em andamento com o PDT, de Ciro Gomes, terceiro lugar no primeiro turno; com o PSB e com o PSOL, que concorreu no primeiro turno com Guilherme Boulos. Ele já declarou apoio a Haddad.

O candidato do PT afirmou que ainda não foram feitos contatos com o PSDB.

"Sempre fomos favoráveis ao campo progressista democrático popular, que esses partidos estivessem todos juntos no segundo turno em defesa da democracia e dos direitos trabalhistas e sociais. Essa recomposição de campo é importante para nós. Estamos em contato com o Ciro, com as lideranças do PSB e também do PSOL, que já declarou apoio, para formar essa coalizão, pela liberdade, pela denocracia e pelos direitos sociais. Com o PSDB ainda não houve contato", disse Haddad.

Propostas para a economia

Haddad afirmou ainda que pretende recuperar a economia por meio de um ajuste fiscal que não comprometa o investimento público.

Haddad disse que pretende reduzir juros e a carga tributária dos trabalhadores.

"Compensando essa queda de arrecadação, cobrando dos muitos ricos que hoje não pagam o imposto. Nós vamos aumentar o poder de compra e isso vai gerar consumo e, por consequência, aumento da produção com novas contratações", explicou o candidato.

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