Uma nova epidemia de chikungunya poderá ocorrer no Brasil nos próximos dois anos, sendo o Nordeste e a faixa litorânea na região Sudeste as áreas mais afetadas. De acordo com a Agência Fapesp, a previsão foi feita pelo presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Maurício Lacerda Nogueira. Os estudos mostram que ocorrerá o máximo de ocorrências da chikungunya.

O surgimento dessa e de outras doenças transmitidas por mosquitos podem estar relacionados com a mudança climática global, além das variáveis sociais, como o tipo de instalação sanitária, a disponibilidade de água canalizada e o destino do lixo. "Convivemos há muitos anos com o Aedes aegypti e a dengue nas cidades. O que mudou nos anos recentes foi que entraram dois vírus novos: o zika e a chikungunya. E, no país, nenhum humano havia tido contato anteriormente com esses vírus.

A situação era favorável para que houvesse uma explosão de ocorrências da doença e, em seguida, uma diminuição", disse a coordenadora do Projeto Aedes Transgênico, Margareth Capurro. Na epidemia de 2015 a 2017, a dengue apresentou maior prevalência, com 2 milhões e 800 mil casos. Em seguida a chikungunya com 292 mil casos e a zika com 204 mil casos. A febre amarela, que há havia sido considerada uma doença extinta, voltou a incidir, registrando 3.190 casos entre dezembro de 2016 e maio de 2017. No Brasil, a região Sudeste foi a mais atingida, com destaque para o estado de São Paulo.


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